Num sistema de saúde existem organizações de saúde (capital estrutural), recursos humanos (capital profissional) e os utentes (capital de cidadãos).
O olhar sobre as pessoas que trabalham na área da saúde em Portugal faz-se, aqui, essencialmente na perspectiva da "governação/governance": na análise do exercicio da autoridade politica, económica e administrativa (processos, mecanismos complexos, relações e instituições) através da qual cada cidadão, prestador de cuidados e grupos de interesse (organizações profissionais, sindicatos, Ordens, Ordens, associações de doentes, Ligas de amigos de hospitais, autarquias) articulam entre si os seus interesses, exercitam os seus direitos e obrigações e medeiam as suas diferenças.