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Um projecto da:
Escola Nacional de Saúde Pública
Financiado por:
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Com o apoio da:
Associação Portuguesa para a Promoção da Saúde Pública
  
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Promoção da saúde

Estado da arte
Portugal obteve ganhos de saúde significativos ao longo das últimas três décadas. Continua, no entanto, a persistir um nível importante de morbilidade e mortalidade antes dos 65 anos, que é susceptível de ser melhorado, associado a acidentes, suicídio (sobretudo por patologia mental), a alguns tipos de cancro, a doenças circulatórias, a infecções e a asma e outras doenças respiratórias. Muita desta morbilidade e mortalidade é susceptível de intervenções preventivas, de promoção da saúde e de terapêuticas efectivas. A sobrevivência mais prolongada está frequentemente associada a incapacidade e dependência em grau variável, em particular entre os idosos.
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Representações Sociais da Saúde, da Doença e dos Praticantes da Arte Médica nos Provérbios em Língua Portuguesa
Autor(es): Luís Graça (luis.graca@ensp.unl.pt)
Os provérbios e outros lugares comuns da língua portuguesa deveriam decididamente merecer um outro estudo como objectos de investigação científica (sociolinguística, semiológica, histórica, antropológica, sociológica, etc.), para além da sua simples recolha sistemática (por ex., Machado, 1996) ou do seu embrionário tratamento em termos de categorização temática (por ex., Gomes, 1974; Joaquim, 1983; Costa, 1999).
Pondo de lado questões como a sua origem, a sua historicidade, a sua função ideológica, o seu modo de produção e reprodução, etc., vamos limitarmo-nos aqui a analisá-los enquanto representações sociais tanto da saúde e da doença como  dos praticantes da arte médica (Herzlich e Pierret, 1984; Graça, 1996).

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Baixa por doença e incapacidade temporária para o trabalho
Autor(es): Luís Graça (luis.graca@ensp.unl.pt)

Apesar dos progressos registados na década de 1990 – traduzidos, por exemplo, na realização do Inquérito Nacional de Saúde a partir de 1987, do lançamento, em finais de 1996, da Estratégia de Saúde para o Virar do Século (1998-2002), da publicação do livro A Saúde dos Portugueses (1997) ou, já em 2001, da criação do Observatório Português dos Sistemas de Saúde –, continuam a subsistir grandes lacunas de conhecimento no que respeita ao estado de saúde da população, em geral, e da população activa, em particular. 


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